quinta-feira, 26 de junho de 2008

MINHAS MÃOS


Minhas mãos são calejadas. São magras, esclerosadas. São mãos que ainda o Bem ensejam. Que afagam. Curam. Criam e até versejam! Que movem um aspirador e desafiam uma pena. Fazem canteiros, jardins e até pratos gostosos. Estimulam à vida e ao gozo. Mãos que castigam os imbecis e que afagam os honestos e humildes. São mãos que mais dão do que recebem. Que ainda têm tempo e paciência para fazerem o Sinal da Cruz. Mãos que jamais se cansam por que sempre foram como eu: heróicas.

sábado, 21 de junho de 2008

A ARTE DE QUERER



Diversas pessoas se reuniram em volta de um grande Sábio e lhe fizeram a seguinte pergunta:

- Afinal, do que depende a vida de um homem?

E o Sábio respondeu:

- A vida de um homem depende da vontade, da personalidade e da sorte. Mas, em cada pessoa, a importância de cada um desses fatores é diferente.

A vontade é a liberdade de escolher.

A personalidade é a soma das qualidades resultantes da hereditariedade e da educação recebida.

A sorte nada mais é do que o acaso, ou seja, é a combinação acidental dos acontecimentos.

Finalmente o Sábio acrescentou:

- Nunca se esqueçam de que pela vontade o homem pode formar a sua personalidade e modificar a sua sorte.

Texto inspirado no livro

A arte de querer,

De J. Marcireau.

domingo, 15 de junho de 2008

A VERDADE

A VERDADE É FILHA DA INSPIRAÇÃO, A ANÁLISE E O DEBATE CONTURBAM A PERCEPÇÃO DA VERDADE.

SABEDORIA DA ÁGUA



A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna!".

terça-feira, 10 de junho de 2008

A RAPOSA E A CEGONHA

Um dia a raposa convidou a cegonha para jantar. Querendo pregar uma peça na outra, serviu sopa num prato raso. Claro que a raposa tomou toda a sua sopa sem o menor problema, mas a pobre da cegonha com seu bico comprido, mas pode tomar uma gota. O resultado foi que a cegonha voltou para casa morrendo de fome. A raposa fingiu que estava preocupada, perguntou se a sopa não estava do gosto da cegonha, mas a cegonha não disse nada. Quando foi embora, agradeceu muito a gentileza da raposa e disse que fazia questão de retribuir o jantar no dia seguinte.

Assim que chegou, a raposa se sentou lambendo os beiços de fome, curiosa para ver as delícias que a outra ia servir. O jantar veio para a mesa numa jarra alta, de gargalo estreito, onde a cegonha podia beber sem o menor problema. A raposa, amoladíssima, só teve uma saída: lamber as gotinhas de sopa que escorriam pelo lado de fora da jarra. Ela aprendeu muito bem a lição. Enquanto ia andando para casa, faminta pensava: "Não posso reclamar da cegonha. Ela me tratou mal, mas fui grosseira com ela primeiro".

Do livro: Fábulas de Esopo - Companhia das Letrinhas.

Moral: “Trate os outros tal como deseja ser tratado. Muitas vezes, uma pequena grosseria pode tornar o ambiente de trabalho de difícil convívio. Faça sua parte, haja com amabilidade. Lembre-se de que a única maneira de ter amigos é ser amigo.

Há um provérbio liberiano que diz: “Não olhe onde você caiu, mas onde você escorregou”. Ou seja, aprenda com seus erros e reflita ao se dar conta de tê-lo cometido. Não são nossos erros que nos arruínam, mas o modo como agimos depois de cometê-los.

Procure ver o lado bom de seus colegas. Quando perceber que alguém o trata com indelicadeza, sorria e use palavras gentis, mas sem ironia. Pode ser que a pessoa não esteja passando por um bom momento. E alimentar seu mau humor não fará bem para você e muito menos para os outros”.

Do livro: Contando História – Por Cione dos Santos, pg. 12, motivação – fevereiro 2008.

domingo, 8 de junho de 2008

BONS RELACIONAMENTOS



Bons relacionamentos são desinteressados, nos quais as pessoas se ajudam mutuamente por uma questão de humanidade, sem esperar nada em troca. Apesar de parecer utópico, isto é o que tem valor.

PENSAR BEM

Deixar de pensar é impossível, mas pensar bem é a saída. Você deve colocar a força de vontade para funcionar até dominar os pensamentos de tal forma que passe a pensar apenas o que verdadeiramente deseja.